Enigma Battleship
Esta invenção é brasileira. Também, quem mais seria capaz de misturar batalha naval com bebida?
Via [Gizmodo]
Esta invenção é brasileira. Também, quem mais seria capaz de misturar batalha naval com bebida?
Via [Gizmodo]
Com a chegada do fim de semana, a probabilidade de você se incomodar com sua namorada (o) é grande. Pensando nisso, resolvemos disponibilizar este documento em prol do seu relacionamento.

Não sei para qual time o ex-árbitro e atual comentarista esportivo Oscar Roberto Godói torce, mas pela maneira carinhosa que ele se referiu ao goleiro Felipe ao vivo na Band, posso presumir que, corintiano, ele não é…
Confira o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=wqAupvdfgSE
Diante de mais de 40 mil torcedores tricolores no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, o Cruzeiro não se intimidou na noite desta quinta-feira, segurou um empate com o Grêmio pelo placar de 2 a 2 e garantiu presença na final da Libertadores da América 12 anos depois de seu último título na competição continental. Com a igualdade em Porto Alegre, após ter vencido por 3 a 1 na última semana, no Mineirão, a equipe celeste vai duelar na decisão contra os argentinos do Estudiantes, com a vantagem de fazer a última partida diante de seus fãs, em Belo Horizonte.
Dono da melhor campanha do torneio, somadas as fases de grupos e mata-matas, o Cruzeiro manteve em Porto Alegre a tranquilidade que marcou sua trajetória na Libertadores e não sucumbiu à pressão gremista. Agora com nove vitórias, dois empates e uma derrota, o time mineiro confirma o retrospecto arrasador nos jogos eliminatórios. Contra Universidad de Chile, São Paulo e Grêmio, a equipe de Adílson Batista só não levou os três pontos nesta quinta, tendo acumulado vitórias em todos os outros jogos da etapa final.
Dessa forma, sem correr riscos, o Cruzeiro alcança sua quarta decisão na história da Libertadores, em que buscará o seu terceiro título para tentar igualar o recorde nacional que pertence ao São Paulo. A última vez em que chegou à final e levantou o troféu ocorreu em 1997, quando derrotou o Sporting Cristal (Peru) pela contagem mínima e deu início à festa azul em Minas Gerais.
Um dia depois de ver o maior rival amargar o vice-campeonato da Copa do Brasil também em Porto Alegre, contra o Corinthians, o Grêmio repetiu a história ocorrida com o Internacional e iniciou o duelo pressionando o adversário, disposto a tirar os dois gols de desvantagem. E assim como os colorados, tiveram o domínio no começo e chances com Herrera, Maxi López e Fábio Santos, mas caíram nos contra-ataques e na eficiência de Wellington Paulista.
Aos 34min, em uma das raras descidas, o camisa nove se colocou bem na área para aproveitar grande jogada individual de Kléber pelo lado direito e só teve o trabalho de empurrar para as redes e calar o canto do torcedor gremista nas arquibancadas. O duro golpe e o sofrimento tricolor foi ampliado apenas dois minutos depois, quando Jonathan levantou na área e encontrou Wellington Paulista livre na área, para tocar de cabeça, vencer Victor pela segunda vez na noite e anotar seu quinto gol na competição.
Já na etapa final, assim como também ocorreu um dia antes no Beira-Rio, os mandantes contaram com a força da torcida e evitaram a derrota, mas não salvaram a eliminação. Com 9min após o reinício, Tcheco bateu escanteio que foi parar na cabeça de Réver. O zagueiro subiu sozinho no meio da área celeste e testou para as redes. No entanto, cinco minutos depois, a esperança gremista foi diminuída quando Adilson parou Wagner com falta e foi expulso de campo. Mesmo com um jogador a menos, o time gaúcho empatou o duelo aos 29min, em belo chute acertado por Souza, de fora da área.
Mês de agosto, às margens do Mar Negro. Chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado.
Eram tempos muito difíceis e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra no único hotel do vilarejo, coloca sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar os quartos, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou de nenhum dos quartos e abandona o vilarejo.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas, otimista por um futuro melhor….