Não tenho a fonte dessa informação, se alguem tiver e informar comprovadamente, colocaremos.
Acho interessante pra matar a curiosidade sobre nossas cervejas…

A pioneira Antarctica nasceu em São Paulo em 1885. Antes de se juntar com a Brahma, comprou pequenas cervejarias descoladinhas, como a Bohemia.
• Veredicto: a mais forte entre as populares desce agarrando na língua e tem um final meio áspero.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5,5

Sabe aquele sabor docinho das malzbier? Vem do caramelo em calda utilizado no processo de fabricação.
• Veredicto: menos açucarada que a Brahma, a Malzbier da Antarctica é levinha e tem uma textura escuríssima. Freezer na posição 9
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4%
• Nota: 5

É uma das marcas mais antigas do Brasil (só que agora pertence à empresa canadense Molson), “a cervejaria mais antiga da América do Norte”.
• Veredicto: fraquinha e sem nenhuma pegada especial, pelo menos não deixa sabor residual no gogó. Sorte dos sertanejos.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,3%
• Nota: 4,5

Para consolidar a fusão Brahma-Antarctica, a Ambev teve de vender uma de suas marcas. A Bavaria, ex-Antarctica, foi eleita.
• Veredicto: azar da Ambev. A premium da Bavaria (hoje da empresa canadense Molson), tem sabor equilibrado, com razoável complexidade e corpo bem decente.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5,5%
• Nota: 7

•- Bohemia
Ainda bem que a Ambev vem tratando essa marca clássica de Petrópolis com mais carinho nos últimos tempos. Nossa Urquel quase tinha ido pro saco.
• Veredicto: falta um longo caminho até virar um must. O sabor precisa ganhar vigor e perder açúcar.
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• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 7

Sem pensar muito, até refresca pensamento. Mas o odor ácido que sobra no copo faz a gente refletir sobre a manhã seguinte.
• Veredicto: um gosto de ferro enferrujado (alguém sabe como é?) e um retrogosto ácido nos fazem pensar em tira-gostos pouco condimentados. Deixe gelar bem.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5

•- Brahma Extra
O aroma característico deixa a Extra da Brahma o mais próximo do que se poderia chamar de maresia engarrafada.
• Veredicto: melhor corpinho das pilsen da terra. Tem leve toque amargo, o suficiente para enriquecer o sabor, mas não para destruir o paladar.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5,5%
• Nota: 7

Pilsen da Brahma feita para a garotada beber no verão. É a cerveja com a mais baixa graduação alcoólica do teste.
• Veredicto: se o freezer estiver sem energia, danou-se: essa cerveja azeda. Sem corpo, só tomando quase congelada. Por que será que essas lights todas têm um retro-gosto de ovo?
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 3,1%
• Nota: 3

As grávidas beberam muita malzbier (essa é de 1918!), até que o papo de ser “boa para o aleitamento” virou piada.
• Veredicto: parece que alguém esqueceu a torneira do caramelo aberta. É até bem cremosa mas, na dúvida, garanta o freezer no máximo.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 3,7%
• Nota: 4

Centenária (1899), a Caracu é uma stout (do tipo irlandesa). Contém resíduos de levedura, é anunciada como nutritiva.
• Veredicto: não tão doce como já foi conhecida, a Caracu foi uma grata surpresa. Mas para stout de verdade ainda faltam quilômetros…
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5,35
• Nota: 4,5

Produzida aqui desde 1997, agora pela Ambev, a tradicional marca dinamarquesa tem uma espuma generosa e bem leve.
• Veredicto: é uma das pilsen mais “aguadas” do mercado. Um saborzinho mais forte não faria mal.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,8%
• Nota: 5,5

Há uns 15 anos, quando essa marca do Pará chegou ao Sul maravilha, era uma das melhores do país. O que rolou?
• Veredicto: tudo bem que é draft, cervejinha de tiro rápido, mas precisava ser tão sem gracinha? Ao menos é bem gasosa. Refresca sem enervar.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: (não informado)
• Nota: 5

Heineken –
É inimitável o sabor da Heineken, feita no Brasil pela Kaiser sob licença da marca holandesa.
• Veredicto: tem quem não goste do sabor “oxidado” dessa loira rechonchuda, e muito menos do travo na língua no final. É, na vigésima garrafinha tive mesmo de dar um tempo…
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 7

Fundada em 1982 por engarrafadores da Coca-Coca, a Kaiser tem parceiros que garantem sua qualidade: a Coca tem 10% e a Heineken, 14%.
• Veredicto: a loirinha consegue uma equação razoável entre os sabores doces e os amargos. Vai bem nas refeições.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5,5

A garrafa clara só é permitida porque, segundo a Kaiser, na fórmula é usado lúpulo, que resiste à luz.
• Veredicto: típica cerveja que deve ser bebida estupidamente gelada. Até porque não vai muito além de um liquidozinho leve, meio adocicado e com gostinho de… nada.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,5%
• Nota: 4

A fábrica de Itu virou uma potência, com produção em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. É a terceira maior, depois da Ambev e da Kaiser.
• Veredicto: só precisa se dedicar mais ao paladar. Como a Brahma Chopp, essa pilsen tem sabor metálico, pesado e, pior, é aguada até a alma.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,9%
• Nota: 3

Skol-
A mais vendida breja do país, a Skol foi a primeira lata nacional (1971, lata mesmo, de folha-de-flandres). Em 1989, foi a pioneira no uso do alumínio.
• Veredicto: Sabe por que é a mais vendida? Porque é a mais levinha. Eta coisinha sem peso…
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,7%
• Nota: 5

A mexicana mais famosinha no país. O rótulo é um charme: gravado no vidro, como nos velhor tempos. Mas o sabor…
• Veredicto: aguada até o pescoço, quase incapaz de impressionar suas glândulas gustativas, a breja cucaracha é muito vista nas mãos da mulherada. Com limão, desce.
• Origem: México
• Teor alcoólico: 4,5%
• Nota: 4,5

Xingu -
Fantástica stout quando surgiu em Caçador (SC), passou a ser produzida no Paraná e hoje é da Kaiser. Não consta mais a indicação stout no rótulo.
• Veredicto: empobreceu, a coitadinha. Ganhou sabor caramelo, que não tinha, e perdeu a consistência “granulada” das stout
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5
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