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Todo dia é dia de Thapyoka!

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O governo apresentou no dia 3 de fevereiro uma nova família de cédulas do real e afirmou que as notas, mais resistentes à falsificação, contribuirão para preparar o país a ter uma moeda que circule internacionalmente.
A expectativa é que as novas notas –com itens de segurança mais modernos e tamanhos diferentes –dificulte a vida dos falsificadores, diminuindo os gastos por conta de fraudes. Em 2009, o prejuízo por conta de falsificações somou R$ 23,5 milhões.
Entre as mudanças para aumentar a segurança está maior tonalidade na marca d’água, que poderá ser colorida. Além disso, a marca d’água trará o animal de cada nota, como já ocorre nas notas de R$ 2 e R$ 20.
Outra diferença é que o registro coincidente visto no contraluz formará o número que corresponde ao valor de cada nota.
As novas notas terão ainda tamanhos diferentes: a nota de R$ 10 terá o tamanho das cédulas atuais. Cédulas de menor valor terão tamanho menor e, de maior valor, serão maiores.
De acordo com o diretor de Administração do Banco Central, Antero Meirelles, o Brasil já teve cédulas de tamanhos diferentes na década de 70, na época do cruzeiro. Atualmente 83% dos países têm moedas de tamanhos variados, incluindo o euro e a libra.
Atualmente, existem 4,2 bilhões de notas em circulação. A previsão é que a substituição das notas atuais pelas da segunda família, que começará no primeiro semestre, só seja concluída em 2014.

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Não tenho a fonte dessa informação, se alguem tiver e informar comprovadamente, colocaremos.
Acho interessante pra matar a curiosidade sobre nossas cervejas…

A pioneira Antarctica nasceu em São Paulo em 1885. Antes de se juntar com a Brahma, comprou pequenas cervejarias descoladinhas, como a Bohemia.
• Veredicto: a mais forte entre as populares desce agarrando na língua e tem um final meio áspero.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5,5

Sabe aquele sabor docinho das malzbier? Vem do caramelo em calda utilizado no processo de fabricação.
• Veredicto: menos açucarada que a Brahma, a Malzbier da Antarctica é levinha e tem uma textura escuríssima. Freezer na posição 9
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4%
• Nota: 5

É uma das marcas mais antigas do Brasil (só que agora pertence à empresa canadense Molson), “a cervejaria mais antiga da América do Norte”.
• Veredicto: fraquinha e sem nenhuma pegada especial, pelo menos não deixa sabor residual no gogó. Sorte dos sertanejos.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,3%
• Nota: 4,5

Para consolidar a fusão Brahma-Antarctica, a Ambev teve de vender uma de suas marcas. A Bavaria, ex-Antarctica, foi eleita.
• Veredicto: azar da Ambev. A premium da Bavaria (hoje da empresa canadense Molson), tem sabor equilibrado, com razoável complexidade e corpo bem decente.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5,5%
• Nota: 7

•- Bohemia
Ainda bem que a Ambev vem tratando essa marca clássica de Petrópolis com mais carinho nos últimos tempos. Nossa Urquel quase tinha ido pro saco.
• Veredicto: falta um longo caminho até virar um must. O sabor precisa ganhar vigor e perder açúcar.
.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 7

Sem pensar muito, até refresca pensamento. Mas o odor ácido que sobra no copo faz a gente refletir sobre a manhã seguinte.
• Veredicto: um gosto de ferro enferrujado (alguém sabe como é?) e um retrogosto ácido nos fazem pensar em tira-gostos pouco condimentados. Deixe gelar bem.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5

•- Brahma Extra
O aroma característico deixa a Extra da Brahma o mais próximo do que se poderia chamar de maresia engarrafada.
• Veredicto: melhor corpinho das pilsen da terra. Tem leve toque amargo, o suficiente para enriquecer o sabor, mas não para destruir o paladar.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5,5%
• Nota: 7

Pilsen da Brahma feita para a garotada beber no verão. É a cerveja com a mais baixa graduação alcoólica do teste.
• Veredicto: se o freezer estiver sem energia, danou-se: essa cerveja azeda. Sem corpo, só tomando quase congelada. Por que será que essas lights todas têm um retro-gosto de ovo?
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 3,1%
• Nota: 3

As grávidas beberam muita malzbier (essa é de 1918!), até que o papo de ser “boa para o aleitamento” virou piada.
• Veredicto: parece que alguém esqueceu a torneira do caramelo aberta. É até bem cremosa mas, na dúvida, garanta o freezer no máximo.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 3,7%
• Nota: 4

Centenária (1899), a Caracu é uma stout (do tipo irlandesa). Contém resíduos de levedura, é anunciada como nutritiva.
• Veredicto: não tão doce como já foi conhecida, a Caracu foi uma grata surpresa. Mas para stout de verdade ainda faltam quilômetros…
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5,35
• Nota: 4,5

Produzida aqui desde 1997, agora pela Ambev, a tradicional marca dinamarquesa tem uma espuma generosa e bem leve.
• Veredicto: é uma das pilsen mais “aguadas” do mercado. Um saborzinho mais forte não faria mal.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,8%
• Nota: 5,5

Há uns 15 anos, quando essa marca do Pará chegou ao Sul maravilha, era uma das melhores do país. O que rolou?
• Veredicto: tudo bem que é draft, cervejinha de tiro rápido, mas precisava ser tão sem gracinha? Ao menos é bem gasosa. Refresca sem enervar.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: (não informado)
• Nota: 5

Heineken –
É inimitável o sabor da Heineken, feita no Brasil pela Kaiser sob licença da marca holandesa.
• Veredicto: tem quem não goste do sabor “oxidado” dessa loira rechonchuda, e muito menos do travo na língua no final. É, na vigésima garrafinha tive mesmo de dar um tempo…
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 7

Fundada em 1982 por engarrafadores da Coca-Coca, a Kaiser tem parceiros que garantem sua qualidade: a Coca tem 10% e a Heineken, 14%.
• Veredicto: a loirinha consegue uma equação razoável entre os sabores doces e os amargos. Vai bem nas refeições.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5,5

A garrafa clara só é permitida porque, segundo a Kaiser, na fórmula é usado lúpulo, que resiste à luz.
• Veredicto: típica cerveja que deve ser bebida estupidamente gelada. Até porque não vai muito além de um liquidozinho leve, meio adocicado e com gostinho de… nada.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,5%
• Nota: 4

A fábrica de Itu virou uma potência, com produção em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. É a terceira maior, depois da Ambev e da Kaiser.
• Veredicto: só precisa se dedicar mais ao paladar. Como a Brahma Chopp, essa pilsen tem sabor metálico, pesado e, pior, é aguada até a alma.
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,9%
• Nota: 3

Skol-
A mais vendida breja do país, a Skol foi a primeira lata nacional (1971, lata mesmo, de folha-de-flandres). Em 1989, foi a pioneira no uso do alumínio.
• Veredicto: Sabe por que é a mais vendida? Porque é a mais levinha. Eta coisinha sem peso…
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 4,7%
• Nota: 5

A mexicana mais famosinha no país. O rótulo é um charme: gravado no vidro, como nos velhor tempos. Mas o sabor…
• Veredicto: aguada até o pescoço, quase incapaz de impressionar suas glândulas gustativas, a breja cucaracha é muito vista nas mãos da mulherada. Com limão, desce.
• Origem: México
• Teor alcoólico: 4,5%
• Nota: 4,5

Xingu -
Fantástica stout quando surgiu em Caçador (SC), passou a ser produzida no Paraná e hoje é da Kaiser. Não consta mais a indicação stout no rótulo.
• Veredicto: empobreceu, a coitadinha. Ganhou sabor caramelo, que não tinha, e perdeu a consistência “granulada” das stout
• Origem: Brasil
• Teor alcoólico: 5%
• Nota: 5
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Essa loira é o orgulho da comunidade feminina!!!!!!!!!!
Uma loira e um advogado estão sentados lado a lado num vôo de São Paulo para Belém.
O advogado pergunta a loira se ela não quer participar de um joguinho interessante.
A loira, muito cansada, diz que só quer dar um cochilo, agradece educadamente e se vira para a
janela na intenção de tirar uma soneca.
O advogado insiste e diz que o joguinho é fácil e muito divertido.
Ele explica:
- Eu faço uma pergunta e, se você não souber a resposta, me paga R$ 5,00 e vice-versa.
Novamente ela declina a cabeça e tenta dormir um pouquinho.
Mas, o chato insiste:
- OK…se você não souber a resposta me paga R$ 5,00 e se eu não souber a resposta, te pago R$ 5.000,00.
Isso chamou a atenção da loira, que, pensando que esse tormento não terminaria enquanto ela não
participasse da brincadeira, decidiu concordar.
O advogado fez a 1ª pergunta:
- Qual a distância exata entre a terra e a lua?
A loira não disse uma palavra, abriu a bolsa, pegou uma nota de R$ 5,00 e entregou ao advogado.
- Ok…é a sua vez – disse ele, sorridente.
A loira então pergunta:
- O que é que sobe a montanha com 3 pernas e desce com 4 pernas?
O advogado, desconcertado, pega o seu laptop e pesquisa todas as referências sem obter nenhuma
resposta.
Pega o telefone do avião(airphone) e conecta em seu modem, procura em todos os bancos de dados e
bibliotecas possíveis, sem obter nenhuma resposta.
Frustrado, manda e-mail para todos os seus amigos e colegas de tabalho/profissão, sem nenhum sucesso.
Após uma hora de pesquisa, ele pega R$ 5.000,00 e entrega a loira, ela agradece e se vira para o lado
para uma soneca.
O advogado, muito mal-humorado, cutuca a loira e pergunta:
- Muito bem, O que é que sobe a montanha com 3 pernas e desce com 4 pernas?
Sem dizer uma palavra, a loira abre a bolsa, entrega R$ 5,00 ao advogado e volta a dormir
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Lego já é legal por si só, agora ver um Lego Mindstorm NXT utilizar a câmera de um N95 para ajudar a resolver um Cubo de Rubik 4×4 é excepcionalmente legal.
Via [Gizmodo via Make via Geekosystem]
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fevereiro 1, 2010 • Tecnologia • Comments
O Google anunciou que a partir de março deste ano, a maioria de seus serviços não estará mais disponível para usuários do navegador Internet Explorer 6.
O Internet Explorer é conhecido por todos da área de tecnologia como o pior navegador de Internet. Além de não seguir nenhum dos padrões especificados e utilizados pelos navegadores concorrentes, sua falta de segurança é conhecida por tornar possíveis ataques em massa, disseminação de vírus e liberar acesso total ao computador do usuário por websites mal intencionados.
Os navegadores recomendados para substituir o Internet Explorer são:
Apple Safari (www.apple.com.br/safari)
Google Chrome (chrome.google.com)
Mozilla Firefox (www.firefox.com)
Todos são gratuitos e em português.
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